Leôncio assumiu a ACORSES, Associação dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, com o intuito de fazer sua parte na luta pelo reconhecimento e crescimento da classe à qual pertence.
O passo seguinte foi sua primeira gestão como presidente do Sincor-SP, onde plantou a semente do que é hoje o bem-sucedido projeto “Cultura do Seguro”. Após a conquista da classe junto aos governantes, havia chegado a hora de conquistar o povo.
Naquele tempo, perguntar a um segurado quem era seu corretor e este responder o nome de um banco ou seguradora era comum. O papel do corretor não era reconhecido, muito menos valorizado. Reconhecendo este problema, o projeto “Cultura do Seguro” levou palestras a escolas de todas as classes, acreditando que o trabalho deveria ser feito desde a base, conscientizando e informando o povo da importância do corretor e do seguro em geral.
O reconhecimento nacional do trabalho de Leôncio foi estabelecido quando em 1995, após apenas sete anos de vida política, Arruda assumiu a presidência da Fenacor, instituição máxima da classe sindical dos corretores de seguros, responsável por todo o Brasil.
Paralelamente, de 1997 a 2003, Leôncio também ocupou a presidência da Funenseg, Fundação Escola Nacional de Seguros, instituição responsável pela certificação dos corretores de seguros em todo o País.
Ainda em 2003, Leôncio foi convidado a presidir a WFII, World Federation of Insurance Intermediaries, levando para o mundo as ideias que já havia aplicado em sua terra natal.
Após praticamente uma década de constantes viagens e permanente trânsito, Leôncio volta à terra onde construiu sua carreira, assumindo mais uma vez a presidência do Sincor-SP. Desta vez, Arruda levantou a bandeira da responsabilidade social e cunhou o aposto de “Agente do Bem-Estar Social” para todo corretor de seguros ativo, elevando ainda mais a importância desse profissional no mercado.
Já dizia Winston Churchill que “Vivemos com o que recebemos, mas marcamos a vida com o que damos”. Nesse espírito, em 2001 abriram-se as portas do Centro de Convivência Joaquina Maria de Arruda, destinado a abrigar idosos sem condição financeira para viver a terceira idade com qualidade.
Fruto de uma promessa feita à sua avó, Joaquina Maria de Arruda, Leôncio se dispôs a proporcionar tratamento digno a idosos necessitados. Com uma estrutura poucas vezes vista no Brasil, o Centro de Convivência tem capacidade de abrigar até 80 idosos e conta com centro de fisioterapia, oficinas de terapia ocupacional, horta, quadra de bocha, entre outras facilidades.
Hoje ficamos marcados por uma triste notícia a perda do grande líder e corretor Leôncio Arruda um soldado que contribuiu muito para organização do setor de seguros.
São os sinceros sentimentos À FAMÍLIA DESSE GRANDE LÍDER.
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